<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043</id><updated>2011-04-22T01:55:36.258-03:00</updated><title type='text'>Nota pós-Notícia</title><subtitle type='html'>Globalização...o sentido da palavra não está associado apenas a unicidade com que as notícias percorrem o mundo com o advento da informática. O complexo sistema disponibiliza, mas também controla o que deve ou não ser publicado. "pós-Notícia" é o discorrer dessa informação, o intercalar das inúmeras notícias que recebemos todos os dias e as desconsideramos ao final deste. Você já pensou que estas, por mais estranhas e opostas que pareçam, possam estar interligadas?</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-6881300435294774456</id><published>2008-05-08T18:24:00.003-03:00</published><updated>2008-05-08T18:30:33.331-03:00</updated><title type='text'>NOVO BLOG</title><content type='html'>Informo, tardiamente é verdade, que este blog agora se encontra no endereço http://notaposnoticia.wordpress.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nota pós-Noticia agora está ilustrado. Confira...&lt;a href="http://notaposnoticia.wordpress.com"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-6881300435294774456?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/6881300435294774456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=6881300435294774456&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/6881300435294774456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/6881300435294774456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2008/05/novo-blog.html' title='NOVO BLOG'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-3324165822204500320</id><published>2007-09-05T01:28:00.000-03:00</published><updated>2007-09-05T01:47:56.590-03:00</updated><title type='text'>"FUTURO" - Desconstrução</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O futuro não existe e ponto&lt;/strong&gt;. O que existe é um conjunto de regras, raciocínios, desejos e crenças que nos levam a construí-lo. Claro, que muitas vezes tais cálculos se perdem, se confundem ou simplesmente se enganam, mas a verdade é que a constante dedução barata do que está por vir, acaba por fomentar ainda mais sua existência. Criar o desenrolar de algumas ações, rascunhar determinadas reações ou vislumbrar possibilidades é &lt;strong&gt;projetar atitudes e construir o tempo em um tempo que não existe&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode contar com o que ainda não se concretizou. A concretização, no caso, é a realização, isto é, seu nascimento. Por uma questão cronológica, tudo se inicia na precipitação ao tempo de nosso raciocínio, &lt;strong&gt;o que chamamos futuro&lt;/strong&gt;, se desenvolve e se concretiza durante a realização do seu momento, &lt;strong&gt;o que chamamos presente&lt;/strong&gt;, e se finda e se fundamenta na perpetuação de sua existência, &lt;strong&gt;o que chamamos passado&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as nossas atitudes, no entanto, são voltadas ao futuro. Mesmo quando pensamos em não de deixar de fazer algo, é esperando o alcance de um objetivo, mas mesmo assim buscar alcançar um objetivo é nos precipitarmos ao tempo; algo que ainda não é. Este “ainda não é” está no futuro; é o futuro, mas é também, para nós, a prévia concretização até que, por fim, se realize e satisfaça nosso desejo; &lt;strong&gt;a falsa idealização de sua existência&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, pensar no futuro, não é uma atividade exclusiva dos religiosos, mas a maneira como o religioso encara esta metáfora o difere de um descrente. Em suma, o princípio religioso atina para decisões em prol de uma conduta digna para que só após essa submissão possa gozar de sua correta postura. Em outras palavras, somados todos os atos, &lt;strong&gt;desenha-se o perfil espiritual e este será seu cartão de apresentação &lt;/strong&gt;a cada uma das divindades creditadas nas diversas vertentes religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro é e sempre será obscuro até ao mais relapso ou otimista dos seres humanos. Sua “não-existência” o torna ainda mais intrigante e polêmico, a ponto de conduzir-nos a cartomantes e outros leitores de destinos quando &lt;strong&gt;sozinhos não somos capazes de alcança-lo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O futuro só passa a existir quando deixa de ser futuro&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-3324165822204500320?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/3324165822204500320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=3324165822204500320&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/3324165822204500320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/3324165822204500320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2007/09/o-futuro-desconstruo.html' title='&quot;FUTURO&quot; - Desconstrução'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-6997783432206600811</id><published>2007-04-17T18:02:00.000-03:00</published><updated>2007-04-18T13:46:44.691-03:00</updated><title type='text'>"ARTE EM CHOQUE" - Desconstrução</title><content type='html'>Em 1935 o filósofo Alemão Walter Benjamin (1892 – 1940) no ensaio A Obra de Arte na Era da Reprodutibilidade Técnica, levantou uma discussão acerca das novas técnicas de reprodução artística. Segundo Benjamin, o advento do &lt;strong&gt;cinema e da fotografia não apenas abrangiam todas as formas de arte conhecidas até então, como também se inseriam como novas manifestações artísticas&lt;/strong&gt;. Tais manifestações, no entanto, colocavam em choque valores antigos de contemplação da unicidade existente nas obras de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISSOLUÇÃO DA AURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reprodução do que se entendia por arte, materializada pela fotografia e pelo cinema, não mais permitiu a distinção da arte autêntica e sua cópia. A reprodução também influenciou no acesso da massa às obras. O que antes era bem restrito tornou-se amplo e dissipado. &lt;strong&gt;O cinema e a fotografia quebraram a barreira do espaço-tempo&lt;/strong&gt;. Assim, o caráter de unicidade da obra tradicional foi diretamente afetado, desconstruindo, desta forma, a noção de aura, existente na contemplação artística. Isso porque a apreciação de uma obra envolve o modo de sentir e perceber e tais sentidos se formulam pelo caráter único e estritamente localizado de uma obra. Com a quebra do espaço-tempo, uma vez que sua reprodução podia se dar em qualquer lugar, o que não acontecia com a original no museu, e quando quisesse, pois a reprodução era ilimitada, o cinema, em especial, adquire uma &lt;strong&gt;significação social inédita possibilitando que a massa entre em contato com a arte&lt;/strong&gt;, elemento tradicional da herança cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXIBIÇÃO E PERSONAGENS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova arte, no entanto, exige uma nova leitura. A mediação do aparato técnico e a massa representada pela lente da câmera são responsáveis pela captura e restrição do que se entende útil ao contexto. Desta forma, mesmo o ator tem sua atividade diretamente afetada, uma vez que sua atuação não permite, como em outras manifestações, um envolvimento participativo e interativo a exemplo do teatro e sua imediação. À frente de uma equipe técnica especializada a performance do ator é muito mais em cima de sua própria personalidade; performance de si mesmo. Por este motivo o desempenho do &lt;strong&gt;ator de cinema e muito mais desprovido de aura tal qual personagens interpretados por ele&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTAGEM E EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walter Benjamim, cita ainda, que é na montagem que o processo criativo do cinema se mostra ainda mais criativo. Por intermédio da alteração da percepção e apreciação da estética a montagem cinematográfica faz emergir &lt;strong&gt;choques audiovisuais entre planos e cenas&lt;/strong&gt;. Sendo assim, a concentração e contemplação exigida pelas obras de artes tradicionais, deformam-se no cinema, que utiliza a conjugação de imagens à indução de um raciocínio. Logo, a apreciação da arte no cinema é distraída, uma vez que a associação de idéias é interrompida tanto pela velocidade do filme quanto pela edição de cenas inseridas no contexto desejado. O cinema não se faz só com os olhos e sua recepção apenas visual. &lt;strong&gt;O cinema, esta inovadora arte, é tátil e engloba os sentidos como um todo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-6997783432206600811?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/6997783432206600811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=6997783432206600811&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/6997783432206600811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/6997783432206600811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2007/04/arte-em-choque.html' title='&quot;ARTE EM CHOQUE&quot; - Desconstrução'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-6093204059509440112</id><published>2007-03-18T15:15:00.001-03:00</published><updated>2007-03-18T15:23:28.741-03:00</updated><title type='text'>"MUNDO PUBLICITÁRIO" - Celofane</title><content type='html'>Tempo é dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das profissões que mais lida com esta relação é a publicidade. Aliás, publicidade é simplesmente a força motriz de movimentação do atual mundo capitalista. Diga-se de passagem, talvez seja o mercado que mais evoluiu nos últimos 20 anos. Com o advento de novas tecnologias, o mercado publicitário se cobrou novos rumos e cada vez mais informatizado e inserido no consenso das sociedades contemporâneas, &lt;strong&gt;os limites para o publicitário simplesmente ruíram.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não é visto, não é lembrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atual sociedade, vulgar se tornou sinônimo de boa qualidade. Sabendo disso o publicitário soube bem utilizar esta arma em seu benefício. &lt;strong&gt;A publicidade redescobriu o funcionamento do mercado, provou que ser conhecido representa maior procura, maior procura representa valorização, valorização representa lucro e tudo se tem início na divulgação da marca.&lt;/strong&gt; Quantas vezes você já desistiu de comprar algo só porque nunca ouviu falar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem é tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas tecnologias possibilitaram não apenas o desenvolvimento de melhores peças publicitárias, bem como melhorias nos principais veículos de exploração da imagem, que atualmente respondem por televisão, rádio (imagem no sentido metafísico) e a cada vez mais forte internet. A sociedade contemporânea cobrou, também, maior responsabilidade, por parte do segundo setor, em questões sócio-ambientais. Rapidamente publicitários e assessores buscaram conciliar a imagem de seus clientes a tais questões, &lt;strong&gt;gerando fomento a organizações não-governamentais e investimentos em projetos e campanhas de utilidade pública.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde todos ganham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado tem dinheiro e quer ser conhecido para ganhar mais dinheiro; o publicitário tem a técnica e quer tornar seu cliente mais conhecido para ganhar dinheiro; a TV tem o espaço e quer ser mais conhecida para proporcionar às empresas a serem mais conhecidas para ganhar dinheiro. Todos querem dinheiro; seu dinheiro. Você quer consumir; eles querem seu consumo. &lt;strong&gt;Então você dobra sua carga de trabalho para ter mais dinheiro para aumentar seu consumo para gerar mais carga neste motor.&lt;/strong&gt; Eis o mundo capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo que as partidas de futebol foram inseridas na programação das emissoras de TV, anunciantes perceberam a excelente oportunidade de divulgação de imagem. Logo o espaço de placas publicitárias nas laterais dos campos se tornou pequeno, então empresas, buscando expor suas logos, e clubes, buscando finanças, juntaram-se para que suas imagens fossem familiarizadas do público consumidor em potencial. Mas o mercado de divulgação queria mais. Sendo assim, entraram em contato com as emissoras para que, durante a transmissão, fossem exibidos anúncios nos cantos da tela. Era pouco. Os placares foram aumentados possibilitando um espaço destinado, exclusivamente, a propagandas comerciais animadas. Ainda era pouco. Então perceberam a ótima oportunidade de deitar anúncios no campo, na parte externa ao lado das balizas, desta forma não apenas suas imagens seriam divulgadas durante os jogos, com também após, durante re-exibições dos gols em telejornais. Mas claro, era pouco. Então algumas emissoras, por intermédio de animações gráficas, imputaram postes e outros chamativos publicitários artificialmente nos gramados. &lt;strong&gt;São belíssimos, mas a criatividade é o que realmente impressiona.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, atualmente outro membro fora inserido aos portadores de anúncios comercias: “seu” juiz. Pois é. O árbitro da partida, já há algum tempo, ostenta em suas costas anúncios comerciais maiores até que os dos próprios atletas. Avaliando por este ponto de vista, penso que futuramente nossos os jogadores e juízes usarão calças e camisas compridas, possibilitando maior espaço as peças publicitárias. Mas acho que a grande sacada vai ser na bola. Em breve – acreditem! – somente uma fina camada, transparente e externa girará, sendo assim uma outra camada interna com logos empresariais ficará sempre nunca mesma posição por mais que a bola gire. &lt;strong&gt;Um golaço do time dos publicitários. Sem dúvida, verdadeiros campeões.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-6093204059509440112?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/6093204059509440112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=6093204059509440112&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/6093204059509440112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/6093204059509440112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2007/03/mundo-publicitrio-celofane_18.html' title='&quot;MUNDO PUBLICITÁRIO&quot; - Celofane'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-8052887739635041212</id><published>2007-02-08T16:06:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T15:12:27.587-02:00</updated><title type='text'>COMENTÁRIO GERAL, TVE BRASIL</title><content type='html'>Sob o comando da jornalista e atriz &lt;strong&gt;Larissa Prado&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Programa Comentário Geral&lt;/strong&gt; está de volta com suas curiosidades, comentários inteligentes e pontos de vistas inusitados sempre, claro, seguindo o tema da semana. Quinta às 21h, sábado às 22h, na TVE Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-8052887739635041212?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/8052887739635041212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=8052887739635041212&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/8052887739635041212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/8052887739635041212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2007/02/hoje-comentrio-geral-s-21h-na-tve.html' title='COMENTÁRIO GERAL, TVE BRASIL'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-7946294315705265923</id><published>2007-01-29T01:51:00.000-02:00</published><updated>2007-01-29T02:04:56.435-02:00</updated><title type='text'>"DONOS DO PEDAÇO" - Celofane</title><content type='html'>A noite carioca chegou a um ponto, no mínimo, curioso. Noite, mas poderia tranqüilamente citar qualquer período do dia de uma pessoa que esteja transitando pelas ruas da cidade maravilhosa. &lt;strong&gt;Engraçado seria, se trágico não fosse&lt;/strong&gt;. Já foi a época que nossa única preocupação era pegar um caminho menos perigoso, mais iluminado ou, até mesmo, o mais rápido. Por outro lado, tais preocupações não necessariamente encontram-se extintas. Apenas um outro preocupante fator ganhou destaque. &lt;strong&gt;Hoje carioca tem medo é de “flanelinha”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engano pensar que houve redução nos índices de criminalidade. &lt;strong&gt;Ela apenas mudou de cara, nome e atende de forma quase lícita&lt;/strong&gt;, pois a idéia já está tão incorporada que a atividade não sugere qualquer tipo de fiscalização. &lt;strong&gt;Ela simplesmente existe e ponto.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O raciocínio e, no mínimo, interessante: você se desloca ao local desejado, observa um ponto de parada de seu interesse e direciona seu veículo. O local não sugere qualquer sinal de propriedade particular. Desde que respeitadas as normas de trânsito, &lt;strong&gt;você como cidadão tem o direito de utilização daquele espaço&lt;/strong&gt;. Eis que surge, então, alguém que indica o local exato onde você deve estacionar, como, exatamente, o carro você deve deixar e, principalmente, quanto, significativamente, você deve pagar. &lt;strong&gt;Tal taxa representa a realização da atividade de guarda de seu patrimônio em seu benefício&lt;/strong&gt;. Olha que lindo! Pena que a denominação do termo “imposto” nunca tenha sido tão bem representada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, o espaço é público, você faz parte do “público”, mas “lamento amigo, a área é minha, eu vi primeiro”. É isso mesmo. &lt;strong&gt;Ele é o “dono do pedaço”.&lt;/strong&gt; Você não está pagando a proteção do seu carro contra bandidos, e sim contra o próprio que diz estar guardando seu patrimônio. Bom, neste caso ele também &lt;strong&gt;responde pela denominação “bandido”, mas “flanelinha” é seu codinome&lt;/strong&gt;, uma clara referência as primeiras manifestações da atividade, quando os homens que a executavam carregavam consigo flanelas que utilizavam para sinalizar o trânsito e lustrar o veículo enquanto o “seu dono não vem”. A flanela, quase que totalmente, desapareceu junto com os homens de bem. Ainda, em poucos lugares, encontramos legítimos “flanelinhas”. Deve ser mais fácil encontrar um mico-leão dourado em compras de Natal no Saara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avisar não custa: jamais tente enganar um deles. Estão sempre lidando com pessoas que tentam se esquivar de seus serviços. Em outras palavras, são muito mais espertos que você. &lt;strong&gt;Os donos do pedaço movimentam um negócio de dar inveja a muitos micro-empresários e o não-pagamento de seus préstimos pode gerar arranhões métricos no seu veículo&lt;/strong&gt;. Não invente! Se você não quer pagar, não pare! Vá procurar outro lugar. &lt;strong&gt;Porque aquele tem dono... e ele cobra o aluguel.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-7946294315705265923?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/7946294315705265923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=7946294315705265923&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/7946294315705265923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/7946294315705265923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2007/01/donos-do-pedao-celofane.html' title='&quot;DONOS DO PEDAÇO&quot; - Celofane'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116871567360582786</id><published>2007-01-13T17:07:00.000-02:00</published><updated>2007-01-14T18:07:33.420-02:00</updated><title type='text'>"HOJE EU ACORDEI" - Celofane</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Hoje eu acordei ateu.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz pelo menos 10 horas que estou dormindo, acordo e ainda é noite. &lt;strong&gt;Ela é mais longa hoje. Triste.&lt;/strong&gt; Toma-me um falso sentimento de culpa. Matei Deus e seus soldados. Sento-me à cama. Quero não acreditar, mas &lt;strong&gt;meus pensamentos lógicos estão misturados em cada uma das sensações que passo&lt;/strong&gt;. Não me soltam. Não me deixam. &lt;strong&gt;Rendo-me contra minha vontade. Contra minha esperança&lt;/strong&gt;. Deus não existe hoje pra mim. O que faço? Como posso viver assim? Cercam-me os que crêem. Culpam-me os que crêem. Não tenho a intenção. &lt;strong&gt;Sou vítima de meus cálculos matemáticos.&lt;/strong&gt; São certos. Não restam dúvidas. O Big-Bang faz muito mais sentido que Adão e Eva ou a cobra e a maçã. Feliz os tolos que acreditam. Vivem felizes os dias de amanhã. Dias que não vêem amanhã. Amanhã que não existe pra mim... infelizmente. Sou pequeno. Sou nada. Não existia antes de nascer, não vou existir depois de morrer. É simples, trágico e muito, muito doloroso. &lt;strong&gt;Meus heróis não morreram de overdose. Morreram loucos.&lt;/strong&gt; Como poucos. Por isso foram heróis idolatrados por pessoas que ainda existem e cegamente não acreditam no que eles diziam. Mas eu acredito, hoje, para o meu completo desespero. Sabiamente alguém escreveu, o que outrora se tornou parte do livro sagrado, que a maçã traria o conhecimento que detinha o Pai e por isso tal proibição. &lt;strong&gt;O amargo gosto desta fruta desfruto agora&lt;/strong&gt;. Torno-me aos poucos tão grande quanto Deus a ponto de não enxerga-lo. De não compreende-lo. De não escuta-lo. Uma pena. Queria que hoje não existisse, como não vou mais existir um dia. Queria não ter estes heróis. Queria apenas idolatra-los como o rebanho dos que neles não acreditam. &lt;strong&gt;Queria ser cego, surdo e mudo pra reduzir a quase nada minhas vontades, apenas seguir o fluxo e viver pra sempre&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hoje eu acordei&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virei-me na cama e avistei um Homem à margem dela. Não via Seu rosto. Sua expressão. &lt;strong&gt;Via em Seus lentos movimentos, o cuidado de quem me faz um bem&lt;/strong&gt;. Não falo. Não responde. &lt;strong&gt;Nosso diálogo não sugere palavras, mas gestos. Ele não precisa delas&lt;/strong&gt;. Estranho como o dia clareou rápido e junto com ele, minhas esperanças. Meus olhos estão alegres e molhados. Sinto cada parte de meu corpo por centímetro de vitalidade. São unidades de medidas conhecidas por homens do rebanho, e por mim, apenas hoje. &lt;strong&gt;Não perdi tempo antes de conhecer este Senhor, mas ganhei o tempo que daqui virá&lt;/strong&gt;. Não me levanto. Não me sento. Estou mais que confortável. Estou vivo. Nasci hoje. Não calculo mais. &lt;strong&gt;Meu Pai não criou números. Criou homens&lt;/strong&gt;. O Homem à beira da cama se afasta e logo entendo que precisa visitar outros homens que dormem. &lt;strong&gt;Existem poucos que não acordam, mas muitos estão sonolentos&lt;/strong&gt;. Sono lento que leva 10 horas e não desperta o dia que com luz clareia o caminho. Hoje ganho novos heróis. Antigos, agora os idolatro não acreditando em seus brilhantes retalhos. São homens, criativos como só e vítimas de seus cálculos construídos por números não criados pelo Pai, como si próprio. O Homem se foi em corpo, mas o dia claro, fresco e pacífico me traz uma boa sensação de que ele volta quando eu precisar, no momento que eu precisar, &lt;strong&gt;sem palavras ou números, pra mostrar que Ele sempre existiu e eu, a partir de hoje ou apenas hoje, vou existir pra sempre&lt;/strong&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e... &lt;strong&gt;vice-versa&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116871567360582786?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116871567360582786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116871567360582786&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116871567360582786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116871567360582786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2007/01/hoje-eu-acordei-celofane.html' title='&quot;HOJE EU ACORDEI&quot; - Celofane'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116741791375626321</id><published>2006-12-29T16:40:00.000-02:00</published><updated>2006-12-30T21:41:46.150-02:00</updated><title type='text'>"NOVO ANO" - Vida nova?</title><content type='html'>Finda 2006. Mas antes precisamos repensar o que fizemos de nossa, e em nossa, vida neste último ciclo. Somos dependentes do tempo e pontuados por ele. Mas o que o tempo muda em nossas ações e reações? Um novo ciclo do tempo gera um novo ser? Nos tornamos outra pessoa só por que agora estamos em 2007? A cada fim de ciclo, juramos, prometemos, criamos novos rumos e... no fim de tudo, repetimos tudo que fizemos no último. Somos os mesmos. Mudamos planos, mas pensamos a vida da mesma forma. Nos armamos de mandingas, simpatias e promessas, mas a concepção de nossas ações não muda. Não por ocasião de um novo ciclo. Somos os mesmos, sofrendo mutações a cada instante, a cada experiência vivida, a cada cena observada, a cada interação com o próximo. &lt;strong&gt;O tempo não pontua nossas mudanças, mas nossas mudanças que pontuam um novo tempo. Temos em cada um de nós, ciclos que não terminam em trinta e um de dezembro e nem mesmo possuem a mesma duração.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nosso tempo, nossa interpretação dos fatos é subjetiva. Depende muito mais do que apenas querermos algo e de tal forma. Podemos gerar planos, mas mesmo que quiséssemos agir de determinada forma, boa parte de nossas reações aos fatos acontece num plano superior ao raciocínio consciente. &lt;strong&gt;Está construído pelas nossas experiências adquiridas ao longo da vida por instituições como família, educação, educação religiosa, comunidade e, principalmente, sociedade&lt;/strong&gt;. Portanto mesmo se quiséssemos mudar, junto com a passagem do ano, seríamos incapazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom – este raciocínio nos remete a ele. Desde pequeno cresci ouvindo que minha aptidão a arte do desenho, era um dom. Dom. O que é isso? Seria uma dádiva divina? Um favorecimento de Deus a mim? Ou um detrimento do Pai aos demais? Ao repensar minha trajetória me vi horas, debruçado sobre uma folha de papel, segurando um lápis reproduzindo figuras de meu agrado. &lt;strong&gt;O que chamavam dom, por mim, chamei dedicação&lt;/strong&gt;. Dom, era pra mim, gostar de desenhos e a prática, constante e contínua, fez de mim perito. Se acaso, hoje, sem nunca ter tido qualquer experiência com o fato, pegasse um lápis e reproduzisse a Monalisa, talvez não escrevesse este parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só porque disse que de mim não pode gostar&lt;br /&gt;Não quer dizer que não tenha que considerar&lt;br /&gt;Pensando bem, pode mesmo chegar a se arrepender&lt;br /&gt;E pode ser que seja tarde demais. Vai saber”.&lt;br /&gt;(Vai Saber? – Marisa Monte)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim por toda vida. Nada surge, tudo se desenvolve. Ao menos no que se refere aos seres humanos. &lt;strong&gt;Somos os criadores da vida em sociedade e hoje é ela quem nos cria; nos constrói. Somos totalmente manipulados por tendências e modas&lt;/strong&gt;. Não apenas no vestir, como no usar, no falar, no sentir. Nosso tempo é o tempo que ela nos atinge; da maneira que nos atinge, com a intensidade que nos atinge. Não queira mudar o mundo ou mesmo a si próprio. Pense como pode entender melhor como funciona este mecanismo. Ele é grande e complexo demais pra nós.&lt;strong&gt; Os planos ainda existem não os desperdice. Use-os da maneira correta e serás vitorioso. Boa sorte e feliz ano novo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116741791375626321?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116741791375626321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116741791375626321&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116741791375626321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116741791375626321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/12/novo-ano-vida-nova.html' title='&quot;NOVO ANO&quot; - Vida nova?'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116576336969549950</id><published>2006-12-10T13:03:00.000-02:00</published><updated>2006-12-10T13:09:29.720-02:00</updated><title type='text'>"MEDO" - O que é isso?</title><content type='html'>Você sente medo? Do que você tem medo? Qual o seu maior medo? Ter medo assusta? Por que ter medo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o medo seja mais importante do que possamos imaginar. Até a dor é necessária a sobrevivência humana. É ela que comunica ao nosso cérebro que determinada parte do corpo pode estar em perigo. Dor é um alerta. &lt;strong&gt;Dor não é castigo&lt;/strong&gt;. Dor é uma dádiva tal como o medo. E tal como dádiva, o medo, tem uma importante função: originar nossas ações. Talvez não seja tão fácil imaginar toda esta relevância a um sentimento que nem sempre se mostra perceptível ou que, de uma certa maneira, nos assusta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo está sempre presente. Medo não é apenas aquela sensação de insegurança, frio na barriga ou tremer de perna. &lt;strong&gt;Medo é a possibilidade da perda quando, entende-se, evitável&lt;/strong&gt;. Se a dor da perda pode não existir, por que deixar que ela aconteça? Desta forma, tomamos decisões, a todo instante, com o objetivo de evitar a perda. A cada movimento, a cada decisão, mesmo subconscientemente, buscamos situações e ocasiões que possam gerar algum tipo de prazer, mesmo que seja apenas o evitar perder algo que seja importante. Mesmo que uma decisão seja buscando, não a perda, mas sim, a vitória, o lucro, &lt;strong&gt;o medo está presente na forma de possibilidade da não aquisição de tal vantagem&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma maneira fácil de entender como o medo age no homem é observarmos uma criança. Logo, podemos concluir que quanto mais nova e inexperiente é a criança, menos medos esta possui. Não é difícil imaginarmos porque. Só temos medo depois que tomamos conhecimento das ações e reações. Sendo assim, &lt;strong&gt;viver é adquirir medos&lt;/strong&gt;. Ainda no exemplo de uma criança, a primeira manifestação de medo ocorre ainda muito cedo. Uma criança, logo após seu nascimento, tem uma experiência, de certa forma, traumática. Ela é afastada daquela pessoa que esteve consigo ao longo de nove longos meses. A criança perde o sentido de orientação, prazer e proteção e entende que este sentimento não lhe proporciona, e sim deixa de lhe proporcionar, prazer. A criança, então, entende que não quer passar por aquela situação novamente. &lt;strong&gt;Nasce o medo&lt;/strong&gt;. Com medo que determinada situação possa se repetir, a criança chora com o intuito de chamar a atenção e não se mostrar satisfeita com um possível novo afastamento materno.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter medo não é vergonhoso. Todos o temos. &lt;strong&gt;Ter medo é ter algo a perder; algo a ganhar. É ter escolha&lt;/strong&gt;. Mas medo não é tudo. Medo não nos passa, por exemplo, a certeza da escolha certa, ou seja, aquela escolha correta a ser tomada para evitar algo que seja indesejado. Saber escolher ou tomar decisões certas é a grande “sacada” da vida. Medo gera possibilidades. Medo e possibilidades geram interesses. Medo, possibilidades e interesses geram objetivos. &lt;strong&gt;Medo, possibilidade, interesses e objetivos geram ações. Medo é a constatação do raciocínio do Homem. Somente o ser humano argumenta tão bem com este incômodo sentimento. Medo é vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116576336969549950?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116576336969549950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116576336969549950&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116576336969549950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116576336969549950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/12/medo-o-que-isso.html' title='&quot;MEDO&quot; - O que é isso?'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116411483724596071</id><published>2006-11-21T11:02:00.000-02:00</published><updated>2006-11-21T11:13:57.260-02:00</updated><title type='text'>"O DIA 'D' QUEM?" - Celofane</title><content type='html'>A década de 90 se tornou um marco no que se refere ao ensino acadêmico nacional. Foi nela que ocorreu a transposição de um sério problema que acercavam jovens na faixa entre 15 e 20 anos: a difícil &lt;strong&gt;escolha da profissão&lt;/strong&gt; a ser seguida. O peso dos vestibulares era a “grande batalha” a ser encarada por aqueles que reuniam condições para tal. O problema se mostrava tão verdadeiro que o &lt;strong&gt;sofrimento precedia pelo menos três anos a data prevista&lt;/strong&gt;. Ainda no início do, atualmente chamado, ensino médio, estudantes se amontoavam em atividades extras com o intuito de se apresentar em melhores condições que outros, então, futuros candidatos. Os cursos pré-vestibulares arrecadavam fortunas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema não foi exatamente resolvido. Foi transferido. Mais especificamente para 4 anos mais tarde. Obviamente muita gente se viu prejudicada. No final da década de 90 ocorreu um “boom” das instituições de ensino superior particulares fomentado, no passado, pelo Governo Federal que, justamente com tal propósito, permitia a designação de filantrópica a empresas que surgiam com este fim. Desta forma, estas empresas &lt;strong&gt;gastavam menos com impostos, mais com publicidade e a procura era cada vez maior&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início não ocasionava perigo às elites, uma vez que ainda se respeitava a formação em universidades públicas. Mas o mercado mudou bastante. Até por conta da absorção, por parte das universidades particulares, de alunos que reuniam condições de passar nos vestibulares e, no entanto, não foram felizes. Outro fator responsável foi a difícil condição do ensino em universidades públicas. &lt;strong&gt;Aulas passaram a ser substituídas por longos períodos de greves de professores que buscavam melhores salários&lt;/strong&gt;. Como um dominó em queda, um problema foi gerando outro. Tais professores encontraram na iniciativa privada os salários dignos que procuravam – e não encontravam – no serviço público. Assim sendo, o quadro das universidades particulares foi deveras enriquecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou-se então a jorrar mãos-de-obra. “Rios” de gente formada e habilitada passaram a ser postas a disposição do mercado de trabalho todos os anos. Famílias gozaram de suas primeiras gerações de formados, passando – a priori – um saudável sentimento de dignidade. Logo, a estrutura educacional brasileira seria bruscamente alterada. O &lt;strong&gt;trabalho passou a ser fonte de meios necessários para se continuar sonhando&lt;/strong&gt;. A elite perdeu valiosas fatias do “bolo” e o nepotismo – palavra da moda – surge como plano “B” e logo ganha status de “A” como salvação das classes mais favorecidas. No entanto, conforme dito anteriormente, os vestibulares perderam parte de sua importância e, por excelência, o peso da escolha profissional deixou de ser no início para ser ao final da formação, quando, enfim, é chegada a hora de &lt;strong&gt;encarar a máquina mercado congestionada de gente&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que devo fazer? Qual o caminho que devo seguir? Que vertente profissional devo escolher? Devo tentar outros campos? Devo fazer pequenos serviços? E se eu abrisse uma empresa? Qual o meu diferencial? Tantas perguntas acabam por deixar duras seqüelas. Hoje muitos jovens encaram esta fase de incertezas e sentem-se perdidos. Não sabem o que fazer e muitos nada fazem. Apenas arquivam seus diplomas e seguem em profissões que em nada condizem com sua formação. E o pior: &lt;strong&gt;talentos são desperdiçados por conta do nepotismo ou porque simplesmente não tiveram oportunidades de mostrar seu trabalho&lt;/strong&gt;; seu potencial. Um estranho medo surge: o medo de deixar de ser criança e tornar-se responsável, no principal sentido do termo – responder por. O que antes era brincadeira, quando não ignorado, agora é coisa séria. O capitalismo é devorador e não terá pena de ninguém. &lt;strong&gt;A contemporânea forma de aprisionamento é o endividamento no cartão de crédito e o jovem já inicia sua vida preso&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raro, o interesse particular está acima de qualquer outro. O que você acha que motiva formações de quadrilhas corruptas? Nada se faz se não houver um “incentivo” como Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner sugerem no livro “Freakonomics”. &lt;strong&gt;Deixa-se inclusive o que há de melhor para o conjunto e pega-se o que há de melhor para si&lt;/strong&gt;. Desta forma, seguimos em frente lamentando problemas sérios estruturais de políticas básicas. Lamentamos o caos que se encontra a segurança, saúde e educação públicas e não sabemos onde erramos. Cada um de nós é responsável por tomar decisões que influenciam uma ou mais vidas a cada novo questionamento. &lt;strong&gt;É importante que estas decisões sejam avaliadas com seriedade e por quem tem competência. E competência e seriedade não se aprendem na faculdade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116411483724596071?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116411483724596071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116411483724596071&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116411483724596071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116411483724596071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/11/o-dia-d-quem-celofane.html' title='&quot;O DIA &apos;D&apos; QUEM?&quot; - Celofane'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116313154931444930</id><published>2006-11-10T02:01:00.000-02:00</published><updated>2006-11-10T02:08:00.303-02:00</updated><title type='text'>"OS TRÊS FAZERES" - Celofane</title><content type='html'>O texto em questão surge de uma adaptação sofrida por um conhecido dito popular. &lt;strong&gt;Tudo na vida é passageiro&lt;/strong&gt;. Certo? Errado! Quantas vezes já ouvimos esta frase? Muitas, com certeza. Mas não podemos esquecer do “trocador” e do “motorista”. O que parece engraçado é na verdade um assunto sério e não damos conta de sua importância que se apresenta nos dias atuais e em cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, estamos &lt;strong&gt;condicionados a nos confortar &lt;/strong&gt;com nossas pequenas conquistas. É claro que toda conquista deve ser comemorada, mas, ao contrário do que realmente acontece, esta deve servir de incentivo a uma próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando utilizamos a expressão “tudo na vida é passageiro”, não estamos apenas impondo limites aos maus momentos os quais passamos. A vida não é composta apenas de momentos ruins. Os bons também se fazem presentes e o &lt;strong&gt;cruzamento destes extremos é o que, por fim, chamamos de vida&lt;/strong&gt;. Logo, afirmar que tudo está, em todo momento, mudando é aceitar a posição – que lhe parece imposta e cômoda – de passageiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornar-se um passageiro, é mais que pontuar o fim. &lt;strong&gt;É também estar passivo aos acontecimentos&lt;/strong&gt;. O “trocador” e o “motorista” não são passageiros, porque estão em ação. Pensando nas situações prováveis ou não, eles que estão sempre em movimento. Logo, os exemplos a serem seguidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando em consideração o ônibus como a representação do mercado, podemos melhor visualizar as figuras do passageiro, do trocador e do motorista. O primeiro não exerce qualquer tipo de ação que não seja a de entrar no mercado/ônibus, além do que seu ingresso possui uma validade previamente estipulada – o ponto onde irá descer. O trocador, ao contrário do que faz o passageiro – ou deixa de fazer – exerce alguma função. Esta, no entanto, não chega a ser de extrema significância, mas é necessária para que o mercado/ônibus funcione bem. Já o motorista é a figura de suma importância. É ele que faz com que o mercado realize o seu principal objetivo – o deslocamento! No entanto, o melhor da função de motorista é ter sob seu comando não só o &lt;strong&gt;direcionamento que lhe for mais cômodo como também a velocidade que lhe for mais segura&lt;/strong&gt;. Não é difícil de entender, então, quem possui a principal função. Isso, obviamente, requer uma maior atenção e responsabilidade, mas &lt;strong&gt;se você não estiver disposto a tais funções, não reclame mais tarde, dos ônibus lotados&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, tal expressão não deve ser abolida. Ela deve continuar existindo, entretanto, com um sentido positivo. Ela deve servir de motivação. Algumas pessoas a utilizam como forma de coerção, intimidação e até mesmo com um tom ameaçador. Cá entre nós, existe coisa mais importante na vida que desejar, pura e simplesmente, a queda de outro. Existem coisas boas e realmente importantes para nos preocuparmos com a nossa. Corra atrás, procure-as, encontre-as e fale: tudo na vida é passageiro, mas eu sou o motorista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116313154931444930?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116313154931444930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116313154931444930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116313154931444930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116313154931444930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/11/os-trs-fazeres-celofane.html' title='&quot;OS TRÊS FAZERES&quot; - Celofane'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116217467470305497</id><published>2006-10-29T23:08:00.000-03:00</published><updated>2006-11-10T02:07:33.123-02:00</updated><title type='text'>"O QUARTO PODER?" - Eleições2006</title><content type='html'>As diferentes faces da mídia sempre foram pautas para longos discursos sociais e acadêmicos. No entanto, mesmo sendo exacerbadamente estudado, o poder midiático ainda é muito recente e sua prática não está apenas relacionada ao domínio de suas funções somado a novas técnicas, como também está diretamente associada à evolução tecnológica. Desta forma, não se faz gênio os que, por hora, tentam rascunhar o tamanho “poder” que está em jogo. Entretanto, mensurar seu universo talvez não seja a questão mais importante. Por exemplo. Tente imaginar &lt;strong&gt;quem o controla e como este controle se dá&lt;/strong&gt;. Três poderes instituem a estrutura sine qua non de uma nação democrática. São eles: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Três forças motoras, fracionadas em diferentes atuações, que por intermédio de suas atividades proporcionam o funcionar da grande máquina denominada Estado. Cada um dos três poderes possui uma atuação independente o que sugere autonomia de suas ações, no entanto, esta se faz necessária para que, dentro de suas competências, um possa fiscalizar a prática do outro. &lt;strong&gt;Mas quem controla a ação da mídia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À época em que falar de mídia significava falar apenas de TV e rádio, tal questão talvez não fosse gerar tanto raciocínio. Isto porque o governo detém e controla, através do Ministério das Comunicações, &lt;strong&gt;o que pode ou não e deve ou não ser exibido nestes meios&lt;/strong&gt;, sujeito à punição por perda parcial ou total do direito de utilização de tal espaço. No entanto, hoje o assunto é muito mais complicado. Um extensivo e democrático mercado se apresentou ao mundo na última década. A rede mundial de computadores, internet, passou a fazer parte do dia-a-dia de cada cidadão ao ponto que não ter um correio eletrônico é quase que não possuir uma identidade, mesmo que esta seja virtual. Nos dias atuais, o vulgo e-mail é o principal contato solicitado no que se refere a transações em atividades profissionais ou particulares, justamente por &lt;strong&gt;substituir documentos burocráticos e possibilitar uma consulta ao tempo que o usuário desejar&lt;/strong&gt;. Desta forma a facilidade, velocidade e eficácia da “Word Wide Web” tornaram-na uma das principais “armas” da sociedade, já sendo considerada por alguns como também veículo de massa, outrora, denominação destinada apenas à rádio e TV. &lt;strong&gt;Denominação questionável&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra polêmica acerca de denominações que se referem ao universo comunicativo também se faz presente. Esta diz respeito à força e importância da mídia de uma forma geral. Algumas vertentes filosóficas consideram e chamam a mídia de “&lt;strong&gt;quarto poder&lt;/strong&gt;”. Clara referência aos outros três poderes supracitados. Tais estudiosos consideram que a mídia também tem atuação &lt;strong&gt;independente e fiscalizadora &lt;/strong&gt;dos demais, além de considera-la também parte da estrutura básica do Estado. Desta forma, tal denominação estaria devidamente fundamentada. Outra vertente, no entanto, vai além. Considera e chama a mídia de “&lt;strong&gt;poder moderador&lt;/strong&gt;”. Esta denominação, que fora imposta anteriormente ao Executivo, pode sugerir uma falsa idéia de que o detentor desta atue como articulador dos demais poderes. Um pensamento pequeno frente ao real significado. A idéia da moderação se refere ao sentido de sobrepor-se aos demais poderes, &lt;strong&gt;pressionando-os em busca de soluções para benefícios, ditos, sociais&lt;/strong&gt;, utilizando para isto, a exposição em massa dos que não se comprometem. Um rascunho da dita prática hierárquica, ou sociedade atual, em que a elite não se submete as normas estipuladas por lei. Outros estudos, porém, apontam a mídia como um "&lt;strong&gt;não-poder&lt;/strong&gt;", ou simplesmente um &lt;strong&gt;veículo empresarial em busca de interesses próprios&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, alguns conceitos devem ser somados. A mídia age, sim, fora da lei, o que acaba por gerar dois conflitos. &lt;strong&gt;A sociedade cria dependência &lt;/strong&gt;nas atividades da mídia em busca de soluções, que por conseqüência se &lt;strong&gt;beneficia desta dependência&lt;/strong&gt;. No entanto, a atuação da mídia tem grande importância no mundo atual e hoje é a grande responsável pela &lt;strong&gt;manutenção dos valores democráticos&lt;/strong&gt;, tornando visíveis fatos que possam causar prejuízos ao bom funcionamento das instituições que compõe o poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A série Eleições2006 chega ao fim com &lt;strong&gt;Luiz Inácio Lula da Silva &lt;/strong&gt;eleito, novamente, Presidente da &lt;strong&gt;República Federativa do Brasil&lt;/strong&gt;. Na condição de brasileiro perseverante encerro esta série desejando que o Brasil, que amanhã se inicia, consiga &lt;strong&gt;reorganizar suas idéias, estipular prioridades, criar políticas de combate a crimes contra a nação e sua gente e, principalmente, caminhe de cabeça erguida em busca de dias melhores. Parabéns Brasil&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116217467470305497?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116217467470305497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116217467470305497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116217467470305497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116217467470305497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/10/o-quarto-poder-eleies2006.html' title='&quot;O QUARTO PODER?&quot; - Eleições2006'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116156032644822619</id><published>2006-10-22T20:25:00.000-03:00</published><updated>2006-11-10T02:06:54.510-02:00</updated><title type='text'>"OS TRÊS PODERES" – Eleições2006</title><content type='html'>A palavra poder nunca foi tão bem definida. Desde o início de toda a confusão envolvendo governo, bases e oposições, as atenções estiveram sempre direcionadas ao Legislativo e, cada vez mais, ao Executivo. No entanto, estamos esquecendo – &lt;strong&gt;ou sendo induzidos a esquecer &lt;/strong&gt;– a decisiva atuação do poder Judiciário, que se mostra o personagem não principal, mas coadjuvante desta dramaturgia. Como todo bom romance, o atual também se constitui da estrutura básica. Tendo em vista o papel principal ser sempre o “mocinho”, podemos dizer que o povo fica com essa parte. Daí pra “bandido”, só há dúvidas quanto ao &lt;strong&gt;líder da quadrilha&lt;/strong&gt;. Nesse caso devemos refletir e esperar até o último capítulo pra determinar-nos quem fica com este papel, Executivo ou Legislativo, que cá entre nós, &lt;strong&gt;se confundem a toda hora&lt;/strong&gt;. Já o papel coadjuvante também já está determinado. É aquele que muitas vezes está do lado do bem e, de repente, aparece do lado do mal. Aquele que os escritores deixam como “curingas”, ou guardados na manga, para uma eventual surpresa. Definitivamente, um personagem que o “mocinho” nunca pode confiar. &lt;strong&gt;Mas sempre confia&lt;/strong&gt;. Oh, “mocinho” bobo – qualquer semelhança como o povo, não é mera coincidência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se existe alguma dúvida de quem exerce esse papel na trama, sugiro uma re-leitura dos capítulos – ou leitura, para os que procuram não assistir essa novela. Com o início do que poderia ser o fim do mistério envolvendo “mocinho” e “bandido”, a CPI, o Judiciário vem tomando decisões que, em sua maioria, parecem dificultar ainda mais a solução do caso, quando o seu papel deveria ser exatamente o contrário (lembra a história do “curinga”?). O coadjuvante aos poucos mostra a sua cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um indivíduo que &lt;strong&gt;rouba milhões dos cofres públicos, ou que negocia aquilo que deveria ser o principal veículo de atuação de uma democracia – o voto – ou que vende seus critérios em prol de recursos financeiros&lt;/strong&gt;, tem direito a manter-se calado? Tem direito a ter seu nome poupado de divulgação frente à opinião publica? Ou deveria pagar pelos crimes que cometeu? Honestamente, avaliando o estranho desenrolar desta novela, temo que a trama não tenha fim, que fiquemos reféns desta programação, a exemplo das séries de TV que roubam nossa atenção e nos enganam com pequenos capítulos independentes, os quais nos satisfazem, mas, no entanto, nos impedem de saber a exata verdade – o verdadeiro fim – o último. &lt;strong&gt;Nada contra a TV e sim contra a passividade do verbo “assistir”&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim só nos resta concluir que, durante todo esse tempo em que o “mocinho” achou que o coadjuvante estivesse do seu lado, ele estava realmente “atuando” e contribuindo para que essas pessoas &lt;strong&gt;permanecessem impunes concedendo-lhes hábeas corpus, direito ao silêncio e impedindo que seus nomes fossem divulgados&lt;/strong&gt;. O Judiciário se mostra a cada dia mais um membro desse grupo. Uma vez em que vivemos em uma democracia e o bem da democracia é o bem de seu povo, o Poder Judiciário tem o dever, tal qual o Executivo e o Legislativo, de &lt;strong&gt;operar em benefício dele, fazendo-se visível aos olhos de todos, os crimes que atingem a integridade da nação e o progresso do país&lt;/strong&gt;. Outrossim, sendo este o poder que fiscaliza o exato cumprimento do conjunto de normas que constitui uma nação, a lei, sua &lt;strong&gt;irresponsabilidade é ainda mais inaceitável&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116156032644822619?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116156032644822619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116156032644822619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116156032644822619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116156032644822619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/10/os-trs-poderes-eleies2006.html' title='&quot;OS TRÊS PODERES&quot; – Eleições2006'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116105727080724090</id><published>2006-10-17T00:37:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:06:50.003-03:00</updated><title type='text'>"PARA VÊ-LA PASSAR" - Série "Como Quem Observa".</title><content type='html'>Entrevista Jaqueline Gouveia, atriz. *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um “oi” e um leve balançar de cabeça&lt;/strong&gt;. Desta forma a atriz Jaqueline Gouveia dirige parte de sua atenção em minha direção. Não sei exatamente como trata-la. Ela é tímida em um primeiro e único momento. Logo se solta e permite que qualquer pessoa fale de seus trabalhos como quem gosta de ouvir e reavaliar seu currículo. Estatura mediana para uma mulher, não é exatamente sua altura que a torna uma pessoa desejável frente ao universo masculino. Os lindos &lt;strong&gt;olhos verdes &lt;/strong&gt;enfeitiçam os que se atrevem a observa-los por mais de dois segundos. Não raro, sua boca deixa de existir logo que estes “roubam” dela a função de sorrir. Mas seus lábios não reclamam e se encarregam de outra: materializar em palavras o que vem de seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de me apresentar procurei me manter oculto com intuito de observa-la e, principalmente, observar aqueles que a observam. Não sabia quem era eu mesmo que pudesse me ver... mas não podia. &lt;strong&gt;Não é difícil se manter oculto mesmo quando não se pode estar invisível&lt;/strong&gt;. Ela anda como quem passeia num parque florido. Seus cabelos longos e pesados se tornam fios leves de algodão quando o vento abrilhanta sua imagem. E não é o mais fascinante. Inenarrável é a admiração dos que ali dividem seu espaço. Homens e mulheres se curvam para melhor enxerga-la. Para vê-la passar. Para ver seu caminhar. Para ver seus dotes; seus decotes. Enquanto presente, parece única. E precisa mais alguém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrada não é longa. Com apenas &lt;strong&gt;22 km rodados &lt;/strong&gt;a jovem Jaqueline, que muitas vezes parece não ter deixado a infância, por conta de suas breves “molecagens”, deu asas ao sonho de bater asas e &lt;strong&gt;por duas vezes &lt;/strong&gt;desfrutou, &lt;strong&gt;do alto de uma asa-delta&lt;/strong&gt;, a beleza do Rio, naquele que foi “um dos momentos mais marcantes da minha vida. Tive um certo receio e pensei que não iria conseguir. Mas fui forte e isso me proporcionou um gostinho de conquista”. Jaqueline sorri com lágrimas nos olhos quando pergunto sobre a pessoa mais importante de sua vida. “Minha mãe. É o símbolo da força. Ela é a imagem da minha determinação”. Determinação que fez de Jaqueline Gouveia uma das atrizes mais respeitadas de sua geração. &lt;strong&gt;Em seu primeiro trabalho na TV, depois de ter passado algum tempo no teatro&lt;/strong&gt;, Jaqueline desfila com ar de quem recebeu da crítica o título de grande promessa do cenário brasileiro. “Mas tento não me prender a isso. Acho que ainda tenho muito a aprender. Como uma menina”. Ela sorri e eu pergunto sobre sua infância. “&lt;strong&gt;Ai que saudade de ser criança&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina Jaqueline nasceu e cresceu na zona norte do Rio. Travessa, sempre se metia com os meninos “porque sempre achei mais interessantes a brincadeiras deles. Por exemplo: tem coisa melhor do que bater uma bola?”. O futebol acabou sendo marca registrada em sua vida. Já na juventude Jaqueline Gouveia levou a sério o que antes era apenas uma brincadeira. “&lt;strong&gt;Joguei pelo botafogo&lt;/strong&gt;. Uma época maravilhosa e que deixa muitas saudades. Além, é claro, de muitos amigos”. Mas de amigos ela não reclama. São muitos. Pessoas da família. Pessoas íntimas. Pessoas próximas. Pessoas não tão próximas, mas que por serem fãs e quererem seu bem “também os considero amigos. Acho muito importante cada um deles. Eu não seria muita coisa se eles não existissem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já me preparava para a próxima pergunta quando fomos interrompidos por uma música. Era “&lt;strong&gt;Kiss Me. Minha música preferida&lt;/strong&gt;”. Tocava em seu celular e Jaqueline evitava atende-lo para que pudesse curtir um pouco mais “a música mais maravilhosa deste mundo”. Um mundo que a jovem atriz ainda sonha conhecer. “&lt;strong&gt;Sou apaixonada pela Austrália&lt;/strong&gt;. Preciso conhecer. &lt;strong&gt;Mas a Europa me chama. Tenho um sonho viver num lugar assim&lt;/strong&gt;”. Fugir de seu lugar me fez pensar em um livro que Jaqueline Gouveia levaria consigo. “&lt;strong&gt;Xamã Dourado&lt;/strong&gt;. Um livro que proporcionou um crescimento espiritual muito bom pra mim”. E ela não diz isso à toa. Jaqueline é extremamente religiosa. “Deus me deu muitas coisas boas nesta vida. Amá-lo, é o mínimo que posso fazer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um “obrigado” e um forte abraço. Desta forma Jaqueline Gouveia se despede de mim. Ainda não sei exatamente como trata-la. E talvez não mais saberei. A timidez do primeiro momento, já não existe. Mas o resto – todo – existe. Todo aquele brilho, de uma verdadeira estrela, que se esvai à medida que ela vai. Os que ficam, triste ficam. Eu sou um dos que ficam. Fiquei. Mas também muito contente fiquei ao ouvir da menina “&lt;strong&gt;adorei conversar com você. Dei boas risadas&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG, um beijo especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Texto e personagens meramente fictícios.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116105727080724090?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116105727080724090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116105727080724090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116105727080724090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116105727080724090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/10/para-v-la-passar-srie-como-quem.html' title='&quot;PARA VÊ-LA PASSAR&quot; - Série &quot;Como Quem Observa&quot;.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-116097817628729102</id><published>2006-10-16T02:32:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:00:09.863-03:00</updated><title type='text'>"COMO QUEM OBSERVA" - Série de entrevistas fictícias.</title><content type='html'>Série de entrevistas fictícias de autoria de Daniel Lopes e cunho estritamente literário. Qualquer semelhança não é mera coiscidência por ocasião do autor utilizar-se de exemplos próximos para a construção do produto final. Há, portanto, fatos verídicos mesmo que a entrevista não seja. No entanto, caso haja qualquer citação a pessoas físicas ou jurídicas, esta será feita de maneira a preservar e proteger a identidade do retratado, utilizando de nomes falsos, iniciais e/ou siglas visando impedir a identificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-116097817628729102?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/116097817628729102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=116097817628729102&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116097817628729102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/116097817628729102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/10/como-quem-observa-srie-de-entrevistas.html' title='&quot;COMO QUEM OBSERVA&quot; - Série de entrevistas fictícias.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115976333730747814</id><published>2006-10-02T01:23:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T00:59:37.586-03:00</updated><title type='text'>"TPE - TENSÃO PRÉ-ELEITORAL" - Eleições2006.</title><content type='html'>Se finda a última e, por excelência, mais conturbada semana para a política antes da “urna”. &lt;strong&gt;A semana eleitoral&lt;/strong&gt;. Claro, ao menos no que se refere ao primeiro turno. Sabe-se que ao tempo que alguns terão sorte, outros terão que passar novamente por todo o transtorno que precede o pleito. Eleições nacionais e estaduais vão caminhando para o “dia D”. Muito “se falou” nessas últimas 72 horas, por conta dos debates que encharcaram de informação os eleitores em potencial, na verdade, muito também se enrolou, se desconversou e, principalmente e definitivamente, se &lt;strong&gt;ocultou&lt;/strong&gt;. Nada de mais brasileiro, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em semana de debates na TV&lt;/strong&gt;, destaque especial para o carioca exibido no último dia 27, pela emissora líder do mercado. Em plano, grandes nomes...do passado: a ex-juiza; o ex-militante; o ex-bispo; o ex-jornalista e o ex...bom, um deles não é “ex” de nada. Talvez porque nunca tenha sido nada, ou tenha sido eternamente candidato a alguma coisa...inclusive a advogado. No comando, o nosso “Christopher Reeve depois do tombo”, que vez por outra se viu na obrigação de utilizar todo o jogo de cintura – que não tem – para fazer valer a máxima de que não é permitida manifestação partidária dos presentes. Resultado: bagunça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora com os contra-tempos supracitados, o debate se mostrou bem interessante, no que se refere a particularidades, a começar pelo líder das pesquisas, candidato &lt;strong&gt;Sérgio Cabral&lt;/strong&gt;, que num estilo quase “robótico”, buscou – sem sucesso – esquivar-se dos “petardos” arremessados por inimigos políticos. Estilo figurinha PSDB, &lt;strong&gt;Eduardo Paes &lt;/strong&gt;demonstrou grande conhecimento teórico, o que pareceu ter feito bom dever de casa, apesar da aplicação dos conceitos gerar alguma polêmica. &lt;strong&gt;Denise Frossard&lt;/strong&gt;, bem ao estilo promotora, deu as mãos ao candidato petista em busca do detrimento a popularidade de Cabral, numa relação de amor e ódio explícitos, embora &lt;strong&gt;Vladimir Palmeira &lt;/strong&gt;tentasse, vez por outra, ocultar o romance. O Candidato do PT, aliás, bem ao estilo “fanfarrão”, foi o dono do show e muitas vezes seu silêncio feria mais que suas palavras. Quem mais sofreu com seu ataque, foi o mediador. Nunca foi fácil segurar um militante político. Segurar, por outro lado, é termo inexistente no dicionário do candidato &lt;strong&gt;Marcelo Crivella&lt;/strong&gt;. Sem qualquer reação física ou variação do tom de voz, Crivella seguiu o debate, como sempre, como se estivesse em uma entrevista. Havia horas que parecia não ouvir a pergunta feita e respondia em forma de discurso pronto. Boa tática. O debate carioca gerou boas risadas, embora o assunto seja de extrema importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tom a cima do plano estadual e da conduta “esportiva”, dia 29, foi vez do “tão esperado debate dos presidenciáveis”. Willian Bonner, que dispensa comentários, conduziu o confronto. Em foco, duas esquerdas e uma direita, se é que ainda podemos pontuar pólos no Brasil. O Candidato do PDT, &lt;strong&gt;Cristóvão Buarque&lt;/strong&gt;, em sua marcha lenta, esbanjou simpatia e não se desprendeu do lema “revolução pela educação”. Entre homens, uma mulher. &lt;strong&gt;Heloísa Helena&lt;/strong&gt;, grande referência do universo feminino nos últimos anos, fez questão de lembrar a “I-rreeeeeesssssponsabilidade” política dos últimos três mandatos, juntando num mesmo poço petistas e peessedebistas. Por falar em PSDB, é impressionante como o partido “tucano” fabrica homens “em série”. Mais uma figurinha num universo composto de “Cardosos”, “Serras”, &lt;strong&gt;Geraldo Alckmin&lt;/strong&gt;, bem como Eduardo Paes, candidato a governador no Rio, seguem o estereótipo do partido. Alckmin apresentou, também ao estilo do partido, uma linha muito mais voltada ao lado econômico, ao contrário dos outros presentes voltados muito mais ao lado humanitário da campanha. O ex-governador de São Paulo lembrou seus feitos como chefe do estado paulista. Alckmin lembrou, ainda, que o Brasil “p’ssatê” uma boa política econômica e “p’ssatê” consciência de redução dos impostos. Falar em “presentes”, no entanto, faz-nos lembrar de “ausentes”. Talvez a maior decepção do governo “estrelado”. Seu candidato, símbolo de luta e militância, fugiu do combate. O candidato &lt;strong&gt;Luis Inácio Lula da Silva &lt;/strong&gt;faltou ao compromisso que deveria ser divisor de águas em sua campanha. Não há dúvidas que o Brasil acordou mais decepcionado. Agora, o Brasil “p’ssatê” consciência e não faltar com sua “rrrrrrrrreeeeeeessssssssponsabilidade” para alcançar a tão esperada revolução... quem sabe pela “educação”?     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115976333730747814?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115976333730747814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115976333730747814&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115976333730747814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115976333730747814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/10/tpe-tenso-pr-eleitoral-eleies2006.html' title='&quot;TPE - TENSÃO PRÉ-ELEITORAL&quot; - Eleições2006.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115803459197681702</id><published>2006-09-12T01:07:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:02:14.336-03:00</updated><title type='text'>"IMUNIDADE PARA LAMENTAR" - Eleições2006.</title><content type='html'>Como pensar a política nacional?&lt;br /&gt;Existe um dogma militar que diz: &lt;strong&gt;a tropa é o espelho do guia&lt;/strong&gt;. Guarde isto.&lt;br /&gt;O que mais se ouve, quando o assunto é política, pelas ruas é a insatisfação do povo quanto a seus representantes. É preciso lembrar que vivemos em uma &lt;strong&gt;Democracia Representativa&lt;/strong&gt;. Mas o que exatamente significa isto? Significa que o povo brasileiro por uso &lt;strong&gt;adequado, concedido e obrigatório &lt;/strong&gt;de seu sufrágio elege aqueles que julgam ser aptos para o exercício de representar uma cidade, um estado ou nação. Simples, na teoria e apenas nela. Isto porque nada é tão fácil quanto falar mal de política e seus derivados. Ou não? Claro. Como bons brasileiros que somos, sabemos, como ninguém, escalar o melhor time, melhor esquema tático e, se quiser ir mais longe, armar as melhores jogadas. É, a política perde para o futebol. Somos os melhores técnicos, não somos? Porque, então, não escalamos os melhores “jogadores” na política? Ou será que escalamos? &lt;strong&gt;A tropa é o espelho do guia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como no futebol, a “grande jogada” é criticar sempre. Falar mal e adquirir apoio de todos, &lt;strong&gt;nos torna mais “intelectuais”&lt;/strong&gt; na roda de amigos. Exaltar, quando a “grande jogada” é rebaixar, torna-se uma ação perigosa, tal qual, com a bola, cruzar a área de seu campo de defesa. Nenhum zagueiro quer passar por essa experiência. Para cada “suicida”, existe pelo menos um “pelotão” de fuzilamento pronto para abatê-lo e a não sustentação de um álibi é vergonha na certa. Na dúvida, critique. &lt;strong&gt;A tropa é o espelho do guia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana esteve no – diga-se de passagem: excelente – Programa Canal Livre, da Band, o Presidente do Tribunal Superior e Eleitoral e membro do Supremo Tribunal Federal, Ministro Marco Aurélio Mello, onde foram abordados temas referentes á eleições. Determinada hora, um dos grandes nomes do jornalismo presente, que tem como cartas do baralho Fernando Mitre, Joelmir Beting, entre outros, disse que a população deveria eleger a polpa como governantes. Mas por que não são? &lt;strong&gt;Vai ver são&lt;/strong&gt;. Tal questionamento virou coro na voz dos presentes e talvez seja isso mesmo. Vai ver são. &lt;strong&gt;A tropa é o espelho do guia?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enfim, vamos abordar o título e tratar de falar mal do “time”, claro, afinal, ninguém é de ferro, não é? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realmente muito difícil entender como funcionam as engrenagens brasilienses. Pense em um crime qualquer. Roubo. O próprio jargão popular chama de “ladrão de galinhas” o sujeito “sem expressão” que cometeu um crime “sem expressão”. Isto porque qualquer cidadão comum sabe que até os crimes possuem seu grau hierárquico e caso não existisse, obviamente, todas as penas teriam a mesma punição. O que não tem nenhum sentido. Logo, não seria difícil imaginar que quanto maior a importância e o ônus do crime cometido, maior seria sua punição. Pense agora na maior autoridade nacional. Esquece o Presidente da República, não é ele. É, segundo sua simbologia, a Bandeira Nacional, &lt;strong&gt;o próprio Estado-Nação&lt;/strong&gt;. Por acaso quem rouba os cofres públicos não está roubando a União? Alguém pode me dizer, então, por que o Deputado “ladrão” recebe como punição a destituição de seu cargo em vez de &lt;strong&gt;prisão?&lt;/strong&gt; Ou não deveria ele receber a pena máxima prevista pela Constituição, por subtrair, indevidamente, valores da autoridade suprema e prejudicando, conseqüentemente, um sem-número de inocentes em &lt;strong&gt;benefício próprio ou de cúmplices?&lt;/strong&gt; Não, claro que não! &lt;strong&gt;Ele tem imunidade!&lt;/strong&gt; Imagina como vai ficar a imagem do Brasil encarcerando &lt;strong&gt;CORRETAMENTE&lt;/strong&gt; aqueles que outrora representavam o povo. Ora, se o roubar é prática constante em Brasília e Brasília é a exata representação de todo o Brasil, logo o &lt;strong&gt;BRASIL TODO É LADRÃO!&lt;/strong&gt; Ah, não! É melhor deixar eles roubarem mesmo. A tropa é o espelho do guia?    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparou que falar mal de política rende mais linhas? É realmente muito mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, pensar em política é pensar em tropa, espelho e tudo mais. Mas não é sempre assim. Você com certeza não tem três meses de férias, dois dias úteis livres na semana ou dinheiro extra pra pagar seus funcionários. Assim como também não tem carro com motorista, pagos por outros e, principalmente, &lt;strong&gt;décimo quarto e décimo quinto salários&lt;/strong&gt; – esse é realmente muito difícil entender porque. Somos, claro, os verdadeiros culpados. Não só porque os elegemos, mas também porque roubamos, mentimos e nos escondemos. Somos culpados porque queremos sempre tirar proveitos. Somos culpados porque queremos sempre tomar o lugar de alguém. Somos culpados porque somos exatamente iguais a eles. &lt;strong&gt;Porque somos eles! A tropa é o espelho do guia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115803459197681702?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115803459197681702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115803459197681702&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115803459197681702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115803459197681702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/09/imunidade-para-lamentar-eleies2006.html' title='&quot;IMUNIDADE PARA LAMENTAR&quot; - Eleições2006.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115682530982777551</id><published>2006-08-29T01:16:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:02:32.850-03:00</updated><title type='text'>"A ROBOTIZAÇÃO HUMANA E A HUMANIZAÇÃO ROBÓTICA" - Celofane.</title><content type='html'>Tudo mudou desde que as máquinas passaram a dar o ar de sua graça no cotidiano das grandes cidades. Ressalta-se ainda, que toda essa revolução só não se faz mais contundente por conseqüência do inversamente proporcional avanço tecnológico longe dos centros urbanos. Com a ampliação da mão de obra, antes destinada apenas aos seres humanos, empresas detentoras de bom poder aquisitivo passaram a depender apenas de suas &lt;strong&gt;próprias economias &lt;/strong&gt;para dobrar sua produção. Era apenas o rascunho das sociedades contemporâneas. Essa relação de amor e ódio se desenhou durante anos, percorrendo tempo e espaço no decorrer dos últimos séculos alcançando os dias atuais. À medida que a tecnologia e suas vertentes se mostravam &lt;strong&gt;cada vez mais exploráveis&lt;/strong&gt;, o homem se mostrou &lt;strong&gt;cada vez mais explorador&lt;/strong&gt;, disponibilizando recursos incalculáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas duas décadas, tudo que se entendia por interação humana ganhou novas definições. Passamos a &lt;strong&gt;depender do trabalho das máquinas&lt;/strong&gt;. De forma direta ou não, &lt;strong&gt;passamos a estar, cada vez mais, em interação com máquinas e cada vez menos com humanos&lt;/strong&gt;. O homem urbano que se preze passou a não ter vida se não possuidor uma identidade virtual. Antes a condição de existência era ter um nome, com o tempo passou a ser o registro e o hoje é ter um e-mail. Antes que coloquemos em questão os valores sociais ou sua degradação, voltemos às questões centrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade aperfeiçoou sua mão de obra, programando máquinas que pudessem desempenhar as mesmas funções dos humanos, com rapidez, eficiência e, principalmente, sem descanso. Não raro, o homem não apenas se sentiu ameaçado, como realmente foi. As máquinas ocuparam o lugar de trabalhadores derrubando em primeiro lugar os mais idosos. Mas o homem demonstrou reação. A nova sociedade, &lt;strong&gt;não mais dócil pelos regimes murados da produção industrial&lt;/strong&gt;, exigiu um trabalhador não mais detentor de juventude e braço forte. Exigiu conhecimento, o que se entende por informação, aplicação e experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então as máquinas ressurgem com nova roupagem. O computador caiu no colo do homem com a imagem do caçula carente que merece atenção especial, enquanto não cresce e contraria com escolhas de vida. Hoje, no entanto, o que se entende por interação homem/máquina ganha novos horizontes. Talvez destinadas a assumirem de vez o controle da vida na terra, as máquinas passaram a se mostrar cada vez mais humanas. Algumas características diferenciavam qualquer ser humano de um puro e simples robô. Entretanto essas diferenças estão &lt;strong&gt;cada vez mais escassas&lt;/strong&gt;, uma vez que o desenvolvimento tecnológico atribuiu às máquinas o poder de simular desejos e escolhas, outrora somente permitido a seres dotados de raciocínio. Hoje as máquinas nascem com domínio do conhecimento, desenham escolhas e &lt;strong&gt;não mais desempenham sua função com igual maestria sem uma boa noite de sono&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115682530982777551?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115682530982777551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115682530982777551&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115682530982777551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115682530982777551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/08/robotizao-humana-e-humanizao-robtica.html' title='&quot;A ROBOTIZAÇÃO HUMANA E A HUMANIZAÇÃO ROBÓTICA&quot; - Celofane.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115530192654291436</id><published>2006-08-11T10:05:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:02:53.686-03:00</updated><title type='text'>"A FRAGILIDADE DO SER DE SER" - Celofane.</title><content type='html'>Um ano de vida e o ser humano começa a dar seus primeiros passos. Alguns anos depois começa a se alimentar sem a ajuda de seus genitores. Com mais alguns, sua dentição é substituída por aquela que vos acompanhará por toda sua existência. &lt;strong&gt;Não há dúvidas sobre a fragilidade do ser&lt;/strong&gt;. Se dependesse de seus próprios meios o homem não seria capaz de sobreviver e caçar se tornaria dificuldade tamanha, que possivelmente teria como sua a vaga de &lt;strong&gt;presa fácil na cadeia alimentar&lt;/strong&gt; do mundo animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente a evolução da espécie foi generosa aos detentores da habilidade de raciocinar, mesmo que esse termo se torne pejorativo num mundo, dito civilizado, onde os &lt;strong&gt;homens continuam a se matar &lt;/strong&gt;como na época de cavernas como moradia. Na medida que os anos passaram e o primitivismo foi esvaindo-se, o homem foi se agrupando e gerando o que hoje chamamos de sociedade, onde os &lt;strong&gt;cuidados com recém chegados garantem sua sobrevivência&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a grande vantagem do homem, o raciocínio, torna-se também sua &lt;strong&gt;questão mais delicada&lt;/strong&gt;. À medida que o indivíduo se forma, formam-se junto seus interesses, não apenas os coletivos, mas sim, e principalmente sim, os &lt;strong&gt;individuais&lt;/strong&gt;. Derrubam-se os conceitos de sociedade e o homem se depara com o impasse fruto da relação de interesses particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;strong&gt;Conflitos&lt;/strong&gt; passam a fazer parte da vida em sociedade e do cotidiano do ser humano. Tudo, exatamente tudo, que necessita ação do homem, requer que se instaure um conflito. Conflitos são jogos de dois ou mais jogadores que possuem, cada um, um ou mais interesses, logo seu desenvolver nunca é tão simples, não obstante à observação de sociedades que mantém íntimas as relações religiosas e culturais, em que &lt;strong&gt;conflito é sinônimo de guerra&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral o discorrer dos conflitos são desencadeados em duas vertentes. A &lt;strong&gt;violência&lt;/strong&gt;, como supracitada, ou o &lt;strong&gt;consenso&lt;/strong&gt; que é sempre momentâneo. A má ou a não administração de um conflito resulta na primeira vertente enquanto a segunda resulta da correta administração. Esta última seria a solução em que as duas partes são eqüitativas se no ganho ou na perda parcial ou, mesmo, total dos interesses. Neste caso o importante é que se faça presente o &lt;strong&gt;igual peso das partes&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que é paz pra você? Antes que coloquemos roupas brancas, soltemos pombinhas ao vento ou acendamos velhinhas pleiteando o direito de viver em uma sociedade onde se impere a paz, pensemos: &lt;strong&gt;o que é paz pra você?&lt;/strong&gt; Um lugar onde não se formem conflitos? Onde não se gerem questionamentos? Onde são aceitas, sem qualquer impasse, normas? Onde estas são respeitadas cegamente? &lt;strong&gt;Plenitude!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Será justa essa dita paz? Será verdadeira? Será honesta? &lt;strong&gt;Ou será utópica?&lt;/strong&gt; E quem garante que já não vivamos num simulacro dessa chamada paz? Ou não te incomoda a insatisfação de um cidadão, ao bradar sua indignação com o mau tratamento recebido na fila do banco? Se a paz que se refere é um mundo sem violência, regado a respeito, cidadania e responsabilidade social, &lt;strong&gt;repense a paz que você pede!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115530192654291436?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115530192654291436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115530192654291436&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115530192654291436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115530192654291436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/08/fragilidade-do-ser-de-ser-celofane.html' title='&quot;A FRAGILIDADE DO SER DE SER&quot; - Celofane.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115440596167518722</id><published>2006-08-01T00:59:00.000-03:00</published><updated>2006-08-01T01:19:21.686-03:00</updated><title type='text'>"CANIBALISMO DO TEATRO URBANO MODERNO" - Celofane.</title><content type='html'>Nas grandes civilizações teocráticas de autoridade absoluta do soberano, qualquer desvio era punido com o máximo de severidade. A Grécia antiga foi a primeira sociedade a elaborar justificativas para a censura. Baseado no princípio de que o governo da pólis (cidade-estado) constituía a expressão dos desejos dos cidadãos, este podia &lt;strong&gt;reprimir todo aquele que tentasse contestá-lo&lt;/strong&gt;. Sócrates foi exemplo quando condenado por irreligiosidade e corrupção de jovens, foi executado através de ingestão de cicuta. A censura se fincava nas sociedades e mesmo Platão, discípulo de Sócrates, a defendia como um dos requisitos essenciais ao governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta então, passou a difundir-se no mundo. Em Roma alguns princípios gregos foram copiados. A Lei das Doze Tábuas &lt;strong&gt;castigava com a morte os autores de sátiras políticas&lt;/strong&gt;, e em muitas ocasiões condenou à destruição pública diversas obras de literatura e filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde as primeiras manifestações, &lt;strong&gt;os artistas eram alvo de repressões &lt;/strong&gt;e, por este motivo, obrigados a não mostrarem seus rostos uma vez que, eram castigados se pegos na prática de tal exercício. &lt;strong&gt;As máscaras então surgiram&lt;/strong&gt; como solução rápida. Com elas os artistas de ruas não eram reconhecidos e desta forma podiam fazer graças sem serem reprimidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Séculos se passaram. &lt;strong&gt;As máscaras caíram&lt;/strong&gt;. Mas os artistas ainda vivem. Agora vestem roupas mais simples – são crianças carentes – muitas vezes nem tão crianças assim – que ganham a vida na faixa de pedestres. Os atuais artistas de rua percorrem a cidade com os mesmo truques e habilidades, agora, por uma questão única e exclusivamente de &lt;strong&gt;necessidade&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não menos censurados, eles não precisam mais se esconder. Não se faz necessário o uso de máscaras por um simples motivo: não são mais meia-dúzia de “artistas” nas ruas. &lt;strong&gt;Agora são dezenas, centenas&lt;/strong&gt;... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta cometida por estes artistas hoje, é &lt;strong&gt;não estarem nas ruas&lt;/strong&gt;. O fomento, que agora parte das autoridades (in)competentes, é para que continuem a fazer graça. Afinal, nem mais crime é – O que seria do rico sem o pobre? – Da um “pouquinho” e eles logo ficam felizes, não perturbam mais, acreditam que na paz e, de quebra, &lt;strong&gt;ainda votam na gente!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canibalismo nunca esteve tão na moda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova modalidade, &lt;strong&gt;mas “canibalismo” sim&lt;/strong&gt;. Devoramos nossa própria espécie, e as fazemos devorar-se umas as outras. É bem verdade que não as comemos ipsis literis, mas é como se fosse, devoramos nossa gente de forma premeditada sem darmos nenhum tipo de oportunidade. Todos. Todos nós temos culpa...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não se surpreenda se este diálogo tornar-se real em breve. Não estamos longe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amor, vamos ao circo?&lt;br /&gt;- Vamos! Quanto é?&lt;br /&gt;- É de graça.&lt;br /&gt;- O que? Onde? &lt;br /&gt;- Logo ali, debaixo daquele semáforo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espetáculo é bem diversificado e... concorrente. Para os amantes do equilibrismo tem; para os amantes do malabarismo tem; para os amantes das palhaçadas... bom, este tem de sobra! Até porque, tudo que movimenta (o mínimo de) dinheiro gera &lt;strong&gt;concorrência no Brasil&lt;/strong&gt;. É o que vemos nesta lona nos dias de hoje. Os pequenos artistas carentes agora &lt;strong&gt;disputam a faixa com artistas profissionais&lt;/strong&gt;. Gente criada em circo e que se sentia prejudicada porque os moleques “tiravam” mais. Enfim, &lt;strong&gt;se pobre nada tem, no lugar de algo pra perder o podre perde o lugar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que seria de um espetáculo sem algo para degustar? Nada! O cardápio também é bem variado. Vai de pipocas a balas e amendoins. No espetáculo out-door nada pode faltar. Um programa perfeito para o “finzinho” de tarde. Por falar nisso, o que você vai fazer hoje? Que tal um teatrinho? A peça? &lt;strong&gt;O Canibalismo do Teatro Urbano Moderno&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115440596167518722?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115440596167518722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115440596167518722&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115440596167518722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115440596167518722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/08/canibalismo-do-teatro-urbano-moderno.html' title='&quot;CANIBALISMO DO TEATRO URBANO MODERNO&quot; - Celofane.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115336731971261225</id><published>2006-07-20T00:35:00.000-03:00</published><updated>2006-07-30T23:41:59.336-03:00</updated><title type='text'>"DUAS ORIGENS" - Celofane.</title><content type='html'>Você com certeza já se perguntou, por pelo menos algumas vezes, &lt;strong&gt;de onde surgiu o homem&lt;/strong&gt;, e logo lembrou do homem-primata, sapiens-sapiens, sapiens, erectus, enfim, &lt;strong&gt;macaco!&lt;/strong&gt; Não é nenhum mérito chegarmos a tal conclusão, mesmo porque cansamos de ver e rever lá nos tempos de escola esta bela história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já experimentou, então, fazer-se a mesma pergunta após ter assistido a missa das 17h no domingão de família reunida na casa da tia Fátima. Com apenas meia hora de homilia do Sacerdote &lt;strong&gt;sua linha de raciocínio será outra&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você agora vai estar pensando em Adão, Eva, maçã, enfim, &lt;strong&gt;pecado!&lt;/strong&gt; O tão falado pecado que hoje, ao longo de seus vinte ou trinta anos, já nem parece “tããããão” pecado assim, né? Pois é. Foi lá que o homem iniciou sua trajetória de dominação sobre as demais espécies animais... ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que, quase ao mesmo tempo que aprendemos a &lt;strong&gt;leitura científica&lt;/strong&gt;, aprendemos também – talvez não por acaso – a &lt;strong&gt;leitura religiosa&lt;/strong&gt;, sobre o surgimento da humanidade. Isto acaba que causando um dano irreversível de submissão aos dois fundamentos, e é claro você tende a recair para aquela que recentemente lhe exigiu alguma atenção, no nosso caso, uma missa de domingo é tempo, mais que suficiente, para tornarmos mais católicos, mesmo que seja apenas pelos poucos minutos subseqüentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que para o resto da vida as pessoas passarão a aceitar as duas origens por uma &lt;strong&gt;questão de conveniência&lt;/strong&gt;. Por mais que a ciência utilize provas para comprovar a veracidade, sua credibilidade também é perecível, isto é, até a próxima missa de domingo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que, outros fatores acabam por influenciar o tema. Seja em traumas, ao qual, nos fazem perder a confiança em nós ou em nossos padroeiros; seja o estado de espírito que nos encontramos fruto, em sua maioria, do pé que primeiro tocamos o chão ainda pela manhã; ou, claro, seu grau de religiosidade. Quaisquer que sejam os motivos, estamos &lt;strong&gt;sempre oscilando &lt;/strong&gt;entre as duas origens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante então, já que se mostra inevitável, sabermos, ao menos, separá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine só o quão embaraçoso seria, você contar ao seu filho que a maçã foi a macaca que mastigou, depois que a cobra, que já andava ereta, a ameaçou com uma de suas armas, feitas a próprio punho, uma habilidade recente daquela espécie que outrora perdera uma de suas costelas no paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115336731971261225?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115336731971261225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115336731971261225&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115336731971261225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115336731971261225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/07/duas-origens-celofane.html' title='&quot;DUAS ORIGENS&quot; - Celofane.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115319717133045839</id><published>2006-07-18T01:24:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:01:46.186-03:00</updated><title type='text'>"CELOFANE" - Crônicas em série.</title><content type='html'>s. m. Película transparente de celulose regenerada, espécie de papel, altamente impermeável para gases secos, graxas e bactérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedindo licença à poética, mesmo que esta possa a mim, compreensivamente, não ser concedida... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paradoxo&lt;/strong&gt; – altamente impermeável por fluidos ou líquidos. Entretanto, perfeitamente permeável aos olhos. O que se vê é tudo? Se for, o celofane é permeável a tudo. Ao mesmo tempo que &lt;strong&gt;nada atravessa&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;tudo atravessa&lt;/strong&gt; o celofane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trocando em miúdos. &lt;strong&gt;Crônica&lt;/strong&gt; é o que vemos e vivemos todos os dias. No entanto, ao lermos, assistirmos ou escrevermos, nos distanciamos de tudo aquilo que vemos e vivemos. Como um celofane que se mostra permeável e impermeável a tudo, a crônica também exibe um sentindo paradoxal. O que se lê sobre o outro, não nos afeta, por acontecer com outros... mas... quem são os outros? Nós? Então nos afeta? Então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;strong&gt;celofane&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115319717133045839?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115319717133045839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115319717133045839&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115319717133045839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115319717133045839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/07/celofane-crnicas-em-srie.html' title='&quot;CELOFANE&quot; - Crônicas em série.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115172216269856070</id><published>2006-06-30T23:48:00.000-03:00</published><updated>2006-07-03T03:01:16.223-03:00</updated><title type='text'>TIMOR LESTE - "O Retorno dos Conflitos" - 3ª  de 3</title><content type='html'>Após o curto período de relativa paz denominado pós-guerra, &lt;strong&gt;os conflitos estão de volta em Timor Lorosa’e &lt;/strong&gt;e apesar de não serem comparados aos atos de violência do sangrento passado timorense, os atuais conflitos tendem ser muito mais contundentes que outrora. Desta vez o inimigo é interno. Quando o maior opositor faz parte da própria gente, detê-lo significa cortar na própria carne!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Timor é um país jovem e, como tal, passa por muitas dificuldades. Como adendo às crises, está o fato de que Timor é um país que passou por muitos outros conflitos em sua conturbada história e isso se refletiu ao longo desta, dando margem para que suas guerras ganhassem proporções sem iguais. &lt;strong&gt;Antigos conflitos pegam carona nos atuais e isso resulta em múltiplos conflitos &lt;/strong&gt;em que nunca se sabe em qual esfera brigas, incêndios e assassinatos, estão ocorrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos contra-tempos o povo timorense é apaixonante. &lt;strong&gt;Mesmo os ex-guerrilheiros carregam no olhar um temor que o fazem parecer acuados&lt;/strong&gt;. Um timorense não atravessa sua frente sem que, com um dos braços esticados e a cabeça baixa, pronuncie: “licença, senhor”. Sua baixa estatura e timidez constroem uma imagem de fragilidade que nos faz imaginar o quanto já sofreu. No entanto, pensar em sua imagem não fornece real idéia da força na luta por sua liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após vencer a grande batalha, no entanto, enganou-se quem pensou que todos os obstáculos estavam vencidos. Como um vulcão que gera grande parte de sua potência de forma calma e silenciosa, os atuais conflitos encarados por Timor também só despertaram o clima inconstante quando já estavam próximos da erupção. &lt;strong&gt;A guerra nasceu silenciosa, mas, ao contrário do que possam pensar, não oculta&lt;/strong&gt;. Talvez menosprezada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade não deram devida importância a razão do descontentamento de militares e policiais timorenses por vislumbrarem uma carreira que só era permitida aos pertencentes de determinadas regiões. &lt;strong&gt;Mas como questionar medidas preventivas de um governo que conhece bem os indícios, os traumas e as conseqüências de uma guerra? Por outro lado, como aceitar medidas que quase explicitam manifestações racistas e preconceituosas?&lt;/strong&gt; Timor vive um drama patrocinado por um inimigo que não mais exerce reação e, no entanto, deixou cicatrizes que se abrem e sagram por feridas do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 600 militares timorenses organizaram manifestações de protestos às políticas de efetivação de carreira no exército e na polícia de Timor. Os manifestantes estavam insatisfeitos porque afirmavam ser desmerecidos quando na ocasião de promoções de carreiras que seriam destinadas a militares de regiões leste do país. O governo não titubeou e demitiu os manifestantes. Com a demissão, os manifestantes iniciaram ondas de roubos, incêndios e atentados, com o intuito de pressionarem o governo a reintegrá-los e incluí-los nas promoções. Apesar de negar a existências de prevaricações nas fileiras militares, o governo timorense teme a ascensão de timorenses originários de regiões oeste do país, devido a influência exercida pela Indonésia nessa área. Sabe-se que muitos dos componentes das milícias que assolaram o país com ações quase terroristas, eram provenientes dessas regiões e muitos, atualmente, podem estar usando fardas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações dos manifestantes se reduziram depois que o Presidente Xanana Gusmão, por intermédio de manobra política na qual declarava “estado de emergência”, reassumiu o comando das forças militares e policiais. A popularidade do presidente não só acalmou o ânimo dos manifestantes como também derrubou o então Primeiro-Ministro Mari Alkatiri, responsável pelas demissões e alvo de fortes críticas do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente Timor vive clima de reconstrução e nós brasileiros que conhecemos de perto sua realidade esperamos que a &lt;strong&gt;sonhada liberdade e paz almejadas&lt;/strong&gt;, lhe sejam, em breve, possíveis. Lembro-me agora da pequena Letícia. Com seus não mais que 9 anos dominava o português e nos servia de intérprete. Deixo aqui um beijo, com a esperança de que um dia, não distante, possa receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115172216269856070?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115172216269856070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115172216269856070&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115172216269856070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115172216269856070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/06/timor-leste-o-retorno-dos-conflitos-3.html' title='TIMOR LESTE - &quot;O Retorno dos Conflitos&quot; - 3ª  de 3'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115098879319147342</id><published>2006-06-22T11:57:00.000-03:00</published><updated>2006-06-30T23:47:32.280-03:00</updated><title type='text'>TIMOR LESTE - "O Herói da Resistência" - 2ª de 3</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“Xanana! Xanana!”&lt;/strong&gt;, gritavam as crianças que chamava de “meus meninos”. Pequenos timorenses, não a cima de treze anos, que se reuniam à entrada de suas casas para contemplar a passagem do Sr. Presidente, embora soubessem que àquele simpático e sorridente senhor estivera sempre a disposição de ouvi-los e recebê-los, mesmo que fossem apenas crianças... ou talvez por este motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Kay Rala! Kay Rala!”&lt;/strong&gt;, bradavam os homens que, não abaixo de quarenta anos e por quase trinta, dividiram com ele os campos-de-guerra. Homens que se reuniam à entrada de suas casas para contemplar a passagem do Sr. Presidente, embora soubessem que aquele forte e expressivo ex-guerrilheiro estivera sempre à disposição de ouvi-los e recebê-los, mesmo que fossem apenas simples pessoas... ou talvez por este motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Alexandre Gusmão é também chamado de Kay Rala Xanana Gusmão&lt;/strong&gt;. Aliás, é mais conhecido desta forma. No entanto, os diversos nomes não definem os tantos homens que existem neste. &lt;strong&gt;Das salas de aulas aos campos de guerra, nunca deixou de lutar pelo seu país, pelo seu povo, pela sua história&lt;/strong&gt;. O antigo professor virou guerrilheiro na busca pela independência, exercida pela formação do exército de resistência aos ataques do invasor indonésio. Xanana viu sua gente morta, seu país invadido e sua história enterrada. O poeta Xanana viu que precisaria pegar em armas para ser ouvido e respeitado. O escritor Xanana viu que, a partir daquele momento, escreveria com pólvoras sobre as linhas do tempo o destino de uma nação. Uma pequena nação. &lt;strong&gt;Um pequeno país que merecia como todos os outros do mundo, o direito de escolher seu futuro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1979 uma violenta empreitada do exército indonésio reduziu a cerca de mil homens inteiros a força de resistência timorense. &lt;strong&gt;Em meio aos estragos do conflito, um jovem de voz firme, fala pausada e contundente, surge reorganizando o exército local em tropas e designando seus comandantes&lt;/strong&gt;. O jovem era Xanana Gusmão e ali começava a história da vida de um dos maiores heróis do último século. Sua liderança natural fez dele símbolo de resistência de seu povo que anos mais tarde o elegeria, com 85% dos votos, presidente do mais jovem país do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora sendo a única referência para os timorenses, Xanana não queria ser presidente. Para ele sua ajuda na reconstrução de Timor Leste se mostraria muito mais eficiente se a fizesse como alguém influente e não como chefe da nação. Era seu parecer e, no entanto, não conseguiu por em prática uma vez que seu povo não aceitava a idéia de ter outro nome na presidência. Por quase vinte anos Xanana viveu nas montanhas no comando do exército de resistência, longe da família, dos amigos, quase como um selvagem. &lt;strong&gt;A densa mata do interior do país servia-lhe de abrigo, quartel-general e local de incertas ao invasor que buscava encontra-lo&lt;/strong&gt;. Era das emboscadas bem sucedidas que Xanana extraía armas, fardamentos e, principalmente, as vantagens técnica sobre a força indonésia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos de luta se passaram. No entanto, muitas mortes e destruição fizeram Kay Rala mudar sua estratégia. &lt;strong&gt;Decidiu se entregar, não suportava mais ver o inimigo, uma vez que não o encontrava, invadir casas, espancar crianças, estuprar mulheres, matar homens e incendiar cidades&lt;/strong&gt;. Era muita dor. Em 1992, Xanana é capturado e condenado à prisão perpétua, deixando no comando do exército de resistência Taur Matan Ruak, seu braço direito. Logo os ataques foram reduzidos. Até que em 1999, após a morte de um timorense e durante seu enterro o povo local decidiu, em virtude da caminhada até o cemitério, utilizar aquele momento como forma de protesto pela violenta ocupação indonésia. O resultado foi um dos mais cruéis massacres da humanidade. O episódio ficou conhecido como “o massacre do cemitério” e nele &lt;strong&gt;homens, mulheres e crianças foram mortas sem piedades&lt;/strong&gt;. As cenas, que foram capturadas por um repórter infiltrado, chocam. Um tempo depois, elas estavam na cúpula da ONU e foram responsáveis pela intervenção internacional. A ocupação chegava ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Injusto, no entanto, seria atribuir apenas a Xanana tamanha resistência. Outros fortes nomes contribuíram para o ressurgimento da nação timorense. Em se tratando da vertente religiosa, &lt;strong&gt;bispo Carlos Ximenes Belo &lt;/strong&gt;foi o nome que por diversas vezes guiou e defendeu seu povo, embora alguns o acusem de abandono de causa, quando por ocasião do massacre ocorrido em sua paróquia. &lt;strong&gt;José Ramos Horta&lt;/strong&gt;, o diplomata timorense, se mostrou presente na luta quando se fez necessário o apoio de organismos internacionais, no entanto muitos associam a figura de Ramos Horta alguém que fugiu da batalha saindo do país. Dentro das fronteiras do país, e excetuando o Xanana Gusmão, os dois representaram muito para Timor e não por acaso dividiram o prêmio Nobel da Paz no ano de 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forte referência, em especial para nós brasileiros, responde pelo nome de &lt;strong&gt;Sérgio Vieira de Mello&lt;/strong&gt;, o homem que ficou responsável pelo governo de transição da ocupação da Indonésia aos timorenses. No comando de todas as atividades, entre militares e administrativas, da ONU em Timor Leste, Sérgio reestruturou parte dos sistemas de educação, saúde, esporte, entre outros, possibilitando que timorenses acompanhassem os processos e, posteriormente, pudessem exercê-los independentemente. O Trabalho desempenhado por Sérgio Vieira de Mello em Timor foi tão bem sucedido que seu nome teria sido indicado para substituir o do atual Secretário-geral da ONU, Kofi Annan. Mas seu destino brutalmente interrompido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 jun 06 - "Retorno dos Conflitos" - 3ª de 3 partes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por que a tão esperada paz timorense se perdeu novamente; O que aconteceu; O que esperar;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115098879319147342?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115098879319147342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115098879319147342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115098879319147342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115098879319147342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/06/timor-leste-o-heri-da-resistncia-2-de.html' title='TIMOR LESTE - &quot;O Herói da Resistência&quot; - 2ª de 3'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115034532462271213</id><published>2006-06-15T01:12:00.001-03:00</published><updated>2006-06-18T00:09:31.350-03:00</updated><title type='text'>TIMOR LESTE - "Primeiros Anos de Vida" - 1ª de 3</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O que se sabe sobre Timor Leste?&lt;/strong&gt; Que esteve em guerra? Que muita gente morreu? Que a guerra acabou? Que brasileiros ajudaram na reconstrução? Que agora é independente? Que a guerra ...voltou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estive lá.&lt;/strong&gt; Foi em 2001, ainda militar, quando fui designado a fazer parte do 4º Contingente Brasileiro em Timor Leste pela ONU – Organização das Nações Unidas. Mais que isso, fui escolhido como um dos 9 homens brasileiros que ficaríamos responsáveis pela segurança pessoal do Presidente Xanana Gusmão, o líder e comandante do exército de resistência de Timor, hoje, Lorosa’e. O resultado... uma verdadeira aula de história contada pelo ator principal nos quase cinco meses que estive na função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Começo...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A exemplo do Brasil, &lt;strong&gt;Timor Leste também foi uma colônia portuguesa&lt;/strong&gt;. Em 1520 os lusitanos aportaram na ilha, seguidos dos espanhóis em 1522 e como de costume, disseminaram o catolicismo na região. Em 1613 os holandeses desembarcaram na parte oeste da ilha, local onde também desembarcaram os ingleses em 1812 e 1815. No decorrer dos anos e passar dos séculos, Timor foi submetido a uma série de conflitos e tratados que visavam pura e unicamente o interesse de outras nações. Em fevereiro de 1942, japoneses invadiram e saquearam a capital Dili que ficou praticamente desabitada por conta do deslocamento do povo timorense para o interior da ilha com o intuito de se protegerem e protegerem suas famílias. Com a política de descolonização dos países afro-asiáticos por parte dos países europeus em meados da década de 70 do último século, Timor, assim como outros países, passou por momentos difíceis. Alguns foram invadidos e incorporados outros territórios enquanto o lado leste desta sofrida ilha decidiu &lt;strong&gt;lutar por sua emancipação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a saída de Portugal, a independência parecia ser o destino e a vontade de seu povo, no entanto, a Indonésia decide tomar posse do território, até por conta do interesse nas reservas de petróleo e gás existentes em Timor. Em 1976, seu pertinaz vizinho, por intermédio do &lt;strong&gt;uso da violência e aplicação da força, invade, se apossa das terras e decreta Timor, a partir daquele momento, província de “Timor Timur” – território indonésio.&lt;/strong&gt; A perspectiva em torno da independência timorense, porém, fomenta o surgimento de manifestações políticas na ilha, o que acabou por gerar diversos outros conflitos, agora internos. De um lado os socialistas da FRETILIN e seu exército FALINTIL, ainda buscavam a independência, enquanto outras organizações apoiavam a incorporação do território à Indonésia. A resposta ao domínio imposto pelos homens da capital Jacarta, vem alguns anos depois quando o exército timorense começa a se organizar em forças de guerrilhas e a exibir táticas de resistências à invasão Indonésia. Entretanto, a guerra civil custa caro aos timorenses. &lt;strong&gt;Em 1979, após um violento ataque indonésio, o povo local é reduzido à cerca de mil homens inteiros.&lt;/strong&gt; Em meio ao caos gerado pelo massacre e aparente fragilidade frente ao poderio bélico inimigo, surge, reorganizando o pequeno grupo de guerreiros remanescentes do conflito, o então desconhecido &lt;strong&gt;José Alexandre Gusmão. Mais conhecido no ambiente hostil como Kay Rala Xanana Gusmão.&lt;/strong&gt; Alguns anos depois este nome se tornaria sagrado em Timor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços saudosos a este homem, guerreiro, professor, jornalista, escritor, poeta e presidente &lt;strong&gt;Xanana Gusmão. Se fosse modelo de caráter para a formação de cidadão, teríamos um mundo muito mais digno.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22 jun 06 - " O Herói da Resistência" - 2ª de 3 partes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quem é o guerreiro Kay Rala; o presidente Xanana; o simpático José Alexandre...&lt;br /&gt;Quem é este herói...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115034532462271213?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115034532462271213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115034532462271213&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115034532462271213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115034532462271213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/06/timor-leste-primeiros-anos-de-vida-1.html' title='TIMOR LESTE - &quot;Primeiros Anos de Vida&quot; - 1ª de 3'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-115008860937520828</id><published>2006-06-12T01:27:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T01:03:20.280-03:00</updated><title type='text'>TIMOR LESTE - Em três partes.</title><content type='html'>"Timor – A Dor da Vitória”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nos próximos dias &lt;/strong&gt;você terá a oportunidade de conhecer a história de um pequeno e jovem país localizado no sudeste asiático e cercado pelo seu maior inimigo. Terá, também, a satisfação de conhecer um povo humilde que deu a vida pelo simples sonho de ser independente. E terá, por fim, &lt;strong&gt;total liberdade em rever seus conceitos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Publicada em três partes&lt;/strong&gt;, a série montará a história de Timor desde sua descoberta até o seu atual momento. A primeira parte será disponibilizada na próxima quinta. Temas como colonização, invasão, resistência e genocídio serão abordados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 Jun 06 – 1ª Parte – Primeiros Anos de Vida.&lt;br /&gt;22 Jun 06 – 2ª Parte – O Herói da Resistência.&lt;br /&gt;29 Jun 06 – 3ª Parte – Retorno dos Conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-115008860937520828?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/115008860937520828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=115008860937520828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115008860937520828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/115008860937520828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/06/timor-leste-em-trs-partes.html' title='TIMOR LESTE - Em três partes.'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29533043.post-114997909670797920</id><published>2006-06-10T19:13:00.000-03:00</published><updated>2006-06-11T00:53:36.566-03:00</updated><title type='text'>Nasce a pós-Notícia...</title><content type='html'>Quase junto ao início da Copa do Mundo ...10 de junho de 2006 ... nasce este blog...&lt;br /&gt;Em meio à sofrida vitória da seleção argentina sobre os africanos da Costa do Márfim, o mistério da suposta morte do líder terrorista Abu Musab Al Zarqawi, às sempre hilárias gafes de nosso Presidente, aos retrucos de nosso artilheiro camisa 9, aos incríveis desdobramentos do caso "Netinho" Detonautas, às reviravoltas no itinerário dos "variguianos" e, o mais fantástico de todos, o recuo do TSE na flexibilização da verticalização nas eleições... essa foi a melhor ... surge este blog disposto a pôr em pauta tudo o que é notícia ... ou que foi!!!&lt;br /&gt;Com tanta barbárie, o que interessa a Argentina ter vencido por 2x1?&lt;br /&gt;Termino aqui.. convidando todos a participarem deste blog...e aos que não viram e ainda tiverem oportunidade ... a assistirem a cena ocorrida durante o segundo tempo do jogo entre Trinidad &amp; Tobago e Suécia ... &lt;strong&gt;uma imagem que deveria servir de exemplo a todos os que jogam ou não bola, os que são ou não esportistas, os que são ou não brasileiros... enfim ... o abraço, o aperto de mãos e o sorriso dos atletas adversários sem qualquer motivo aparente senão pelo simples fato de sentirem vontade ...o destino e sua ironia completaram a espetacular cena: de um lado suecos loiros e seus olhos azuis; de outro os robustos negros caribenhos. Parabéns aos dois times pelo belo exemplo de paixão universal e incontestável pela bola.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Forte abraço a todos...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Lopes&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Daniel Lopes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29533043-114997909670797920?l=notaposnoticia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/feeds/114997909670797920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29533043&amp;postID=114997909670797920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/114997909670797920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29533043/posts/default/114997909670797920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaposnoticia.blogspot.com/2006/06/nasce-ps-notcia.html' title='Nasce a pós-Notícia...'/><author><name>Daniel Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18357027302812861039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5694/3148/1600/Autoretrato.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
